Afinal, ainda iamos começar a cozinhar!
e recriar um prato feito pelo Manuel...
(Nammm...todas cozeram o peixe, as gambas, e fizeram o puré)
"E ao fim de algum tempo aprendes que realmente podes suportar mais...que és realmente forte, e que podes ir muito longe depois de pensar que não se pode mais.E que realmente a vida tem valor e tu tens valor diante da vida!As nossas dádivas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar!" William Shakespeare
Mamã...com que então, consegui fazer-te chorar?Ainda bem que a Teresa te ofereceu umas caixas de TISSUES!!
Parece-me que a idade te está a tornar mais sentimentaloide, lol.
Pensavas que não ias receber nem umas flores,enviadas pela florista com um postal da Madeira???
Ou um livro a explicar-te o quanto gosto de ti?Será que foi desse livro, que o André Sardet se inspirou para esta letra?
Conseguiste ADiVINHAR O QUANTO EU GOSTO DE TI?(será que não te lembravas ou és uma mimalha?)
Mamã...Gosto de ti, simplesmente porque gosto e porque és a melhor mãe para mim:)
Um chi-coração do tamanho do Mundo!
Adorei!Filme Desconcertante.Banda Sonora Fantástica.Fotografia Brutal.Obra Fabulosa.Realizaçao Corajosa...
Não percam...é arrepiante,é estonteante, é de ficar preso ao ecrân! E se limitem a fazer comparações entre o filme e o livro, porque não é possível,porque no geral os filmes são feitos, não pelo escritor mas pelo realizador, logo a precepção de quem lê não é a mesma de quem escreve, mas nem por isso deixam de ser excelentes.Este é um exemplo bem conseguido.
Parabéns José Saramago, por mais este "Ensaio", por nos alertares para uma realidade paralela, a das pessoas invisuais, e o facto de a sociedade actual não estar preparada para lidar, com tudo o foge à normalidade/padrão.Este filme, faz-nos pensar, faz-nos sentir medo, faz-nos sentir pequenos...quase "cegos" por muitas das coisas(imensas) que nos passam ao lado diáriamente e das quais nem damos conta.
Parabéns Fernando Meirellhes por nos deixares pensar 2h30 sobre os "outros", que quem sabe, nesta ou noutra forma, não estamos protegidos!